É tempo de simplificar a TI

Simplificar a infraestrutura ajuda o CIO a ter maior destaque na gestão dos negócios

 
Houve uma época em que as empresas, além de desenvolver a atividade principal, tinham orgulho de produzir tudo em “casa” – desde a construção de prédios, manutenção de veículos, comida, operação dos seus restaurantes até a publicidade. Diante da visão atual do gerente, que vive em uma época em que os hospitais terceirizam até o atendimento das ambulâncias, o modelo antigo parece algo inconcebível.
 
Esse comportamento anacrônico sobrevive em poucos setores, mas diariamente nos vemos diante de mais provas de uma economia globalizada com foco na produtividade e excelência no atendimento ao cliente, uma vez que já não se pode fazer tudo sozinho.
 
Na era da Tecnologia da Informação não poderia ser diferente. A necessidade de simplificar a infraestrutura tornou-se uma grande exigência, obrigando ao CIO(Chief Information Officer) a redefinir a própria função. É necessário que se transforme rapidamente: de especialista em tecnologia em um homem de negócios. Esta é uma oportunidade imperdível para um dos poucos executivos da empresa que, por sua função, conta com o beneficio de uma visão global do negócio e conhece as peculiaridades de todas as áreas e processos.
 
Hoje, a estratégia de TI é parte fundamental da estratégia de negócio. No passado era uma visão interna da área. Hoje a visão é de como TI viabiliza os objetivos de negócio conforme os planos das empresas. Consequentemente, os CIOs  encontram-se diante de um grande desafio, necessitando estabelecer as bases de execução da estratégia e o espaço para a inovação. E isto é um giro de 180 graus em relação à função do CIO até alguns anos atrás.
 
O cenário aponta que a nova tendência nas grandes empresas é a busca por incorporar e formar talentos com conhecimento não apenas de TI, mas também com uma visão holística de negócios. Isso tem auxiliado o CIO a viabilizar esta mudança. Desta forma, é possível delegar tarefas às empresas que ofereçam SLAs altamente satisfatórios, com custos e riscos reduzidos, evitando preocupações diárias com infraestrutura e qualificação de profissionais. Com isso é possível obter uma visão da tecnologia e de experiência global capaz de auxiliá-los nos desafios do dia a dia.
 
Esta é uma boa notícia, porém representa mais responsabilidade para o CIO. Se agora é possível reduzir o custo de propriedade em até 80%, o tempo do executivo de TI deve estar orientado para as obrigações relacionadas aos negócios da empresa.
 
É tempo de simplificar a TI, que pode ser com o apoio da nuvem, estrutura corporativa ou dos datacenters externos, com soluções abertas que adotam diversos níveis de desempenho e que podem ser adquiridas por completo ou em partes. Há liberdade de escolher o foco adequado para cada demanda. E, como costumamos dizer, este é o momento em que o principal executivo de TI pode mostrar seu valor, deixando de lado o papel de simples integrador de software e também enobrecendo o seu papel.
 
De agora em diante, o CIO precisa dedicar tempo, conhecimento e inteligência às questões críticas como: otimizar e agilizar o processamento e a análise de dados não estruturados; tirar maior proveito da computação na nuvem; resolver questões de segurança e mobilidade; otimizar a colaboração e viabilizar tráfego intenso de dados. Para isto, a geração de profissionais de TI engajados cada vez mais com os negócios é um dos maiores desafios que as corporações têm pela frente.
 
 (*) Vera Cook é diretora sênior de Vendas Indiretas, da Oracle do Brasil

Big Data valoriza o Business Intelligence

Analista do Gartner afirma que sempre há necessidade de olhar para o passado e quando existe grande volume de dados é preciso reforçar a atividade.

Big Data está empurrando a análise do passado para as mãos dos gestores, que podem, então, usar dados não-transacionais para traçar estratégicas, decisões comerciais de longo prazo sobre, por exemplo, o que e quando colocar nas prateleiras da loja.

No entanto, Big Data não está prestes a suplantar as ferramentas tradicionais de BI, diz Rita Sallam, analista de BI do instituto de pesquisas Gartner. Segundo ela, Big Data tornará o  Business Intelligence (BI) mais valioso e útil para o negócio. “Sempre temos a necessidade de olhar para o passado… e quando você tem grande volume de dados, vai precisar fazer isso ainda mais. BI não vai embora. Ele será reforçado por Big Data.”

De que outra maneira você vai saber se o que está vendo nas fases iniciais de descoberta de fato vai se sustentar ao longo do tempo? Por exemplo, bolsas vermelhas realmente vão vender mais do que as azuis em determinada região? Uma passagem inicial por meio dos dados pode sugerir bolsas vermelhas mais vendidas do que nunca no último trimestre. Portanto, as vermelhas são melhores.

Mas isso é uma correlação, não uma causa. Se você olhar mais de perto, usando dados de transações históricas recolhidas de suas ferramentas de BI, pode encontrar, por exemplo, que na verdade o seu mais recente posicionamento da mercadoria na campanha está dando lucro porque os varejistas de rede agora estão colocando bolsas ao nível dos olhos, mais atraentes para o consumidor.

Há um valor nas mídias sociais. E se você aprender como o consumidor se comporta pelos tuítes dos fãs de Justin Bieber, por exemplo, que amaram o casaco que ele estava usando no show da noite passada? Você poderia, então, tomar a decisão de estocar esse casaco, apenas na cidade, visto que ele está prestes a tornar-se um item muito quente, embora por um tempo muito limitado.

Portanto, a empresa pode perder uma grande janela de oportunidade sem uma análise preditiva do pacote, à procura de padrões nos tuítes que se correlacionam com a marca, localização geográfica e fatores como o número de menções.

Trata-se de um casamento de tecnologias de código aberto (onde a maioria das plataformas de Big Data está acontecendo).

As tecnologias de Big Data permitem que a informação seja trabalhada antes de ser otimizada, racionalizada ou relacionada. Isso, juntamente com análise avançada, e gerentes de negócios, permite fazer e responder perguntas em ciclos muito curtos. Não é plug-and-play ainda, por isso, arquitetos e analistas de dados terão de dar uma mão.

Hoje, podem ser gerados mais de 20 mil modelos de dados para cada linha de produto, em cada mercado ao redor do mundo, permitindo que os usuários procurem até 18 meses para a frente. Isso é uma grande mudança. A razão pra isso é o Big Data, visto que a tecnologia pode automatizar muitas das etapas de modelagem e executá-las ao apagar das luzes.

Não muito tempo atrás, isso seria quase impossível. Levaria semanas ou até mesmo meses para que analistas estatísticos construíssem um único modelo. Se você vendeu cem produtos, realmente não pode ir além de mil modelos para a sua linha de produtos, o que significa que a informação sobre esses modelos não era tão precisa.

Big Data é tão grande quanto sua análise. Isso é o amor do cientista de dados. Eles podem repetir e repetir e repetir. Eles estão aprendendo, enquanto obtém alguns insights durante as descobertas.

Ainda são necessárias análises inteligentes se você quer que elas sejam feitas corretamente. Felizmente, Big Data é uma ferramenta muito poderosa.

Dez regras clássicas para implementar Business Intelligence

No passado, as companhias gastavam muito dinheiro com BI, mas nem sempre conseguiam alcançar os resultados pretendidos. Prova disso, as reclamações dos usuários sobre a falta da qualidade dos dados e a dificuldade de utilização dos sistemas e ferramentas de BI, assim como relatórios incompletos ou dados imprecisos que impactam a tomada de decisões. Estas debilidades são causadas por fraquezas funcionais e organizacionais na implementação de projetos de Business Intelligence.

Particularmente com novos projetos de BI é essencial aprender com os erros de outros para que o novo projeto não falhe. Compilamos dez dicas de ouro para a implementação do BI.

1. Definir os requisitos funcionais
Comece por indicadores de desempenho (KPI – Key Performance Indicators), que são o centro de qualquer aplicação de BI. A equipe do projeto, composta por colaboradores do departamento de TI e de outros departamentos especializados, deve determinar que informação deve ser disponibilizada pelas aplicações de BI, quando é necessário estar disponível e em que formato.

2. Definir os grupos de utilizadores
A equipe do projeto deve definir quem são os utilizadores da solução de BI. Existem geralmente três grupos de utilizadores: utilizadores gerais de relatórios; os produtores e analistas que avaliam os dados; e finalmente os gestores que decidem os objetivos

3. Envolver os utilizadores numa fase inicial
Na fase inicial, o departamento de TI deve criar um protótipo simples da solução. Desta forma, pode ser feita uma revisão assegurar que os requisitos essenciais serão incluídos desde o início. Na implementação de um projecto de BI, os colaboradores dos departamentos especializados devem sempre ser incluídos lelamente, uma vez que são esses indivíduos que, no futuro, irão trabalhar com as aplicações. Quando se testar o protótipo, esses colaboradores podem determinar se o projeto segue o escopo.

4. Ter apoio da Gestão

A equipe do projeto deve ter apoio da gestão. Esta é a única forma de garantir que os objetivos corporativos a curto e longo prazo sejam incorporados. A implementação é monitorizada pela comção de indicadores de desempenho (KPI) permanentes dos rácios operacionais mais importantes.

5. Identificar os Indicadores de Desempenho (KPI) requeridos
São necessários valores operativos a gestão dos processos de uma companhia. A equipa de projecto deve defini-los em conjunto com o departamento especialista. No manuseamento e produção de materiais, por exemplo, indicadores de desempenho tais como “custo do material por cada componente” ou “volume de negócio por colaborador” são variáveis provadas. Isto torna mais fácil determinar se os objetivos foram alcançados ou não.

6. Garantir a integração e qualidade dos dados

Integração dos dados é um fator decisivo o sucesso de um projeto de BI. A equipe deve identificar os sistemas operacionais nos quais a informação requerida está disponível e como os dados devem ser acessados. informação atualizada, o acesso direto é a melhor opção. Se a qualidade dos dados brutos não for suficiente, isso deverá ser melhorado com as ferramentas de software apropriadas acessar todas as fontes de dados.

7. Descubra que ferramentas de BI já estão disponíveis na empresa
Quando um novo projeto é iniciado, é necessário determinar se as ferramentas existentes os usuários finais devem continuar a ser utilizadas ou se devem ser substituídas completamente. Na maioria dos casos, a padronização num único sistema de BI é preferível garantir consistência na disponibilização da informação dentro da empresa.

8. Escolher o Software de BI correto
Com uma Proof-of-Concept (PoC), a equipe de projeto decide o software mais adequado, baseando-se geralmente  em um briefing específico. Este procedimento permite à equipe de projeto garantir com maior grau de certeza de que o software se adequa ao seu negócio.

9. Limitar o tempo de execução do projeto
Aqui aplica-se a velha regra: “Tudo o que dure mais que seis meses deixa de ser um projeto e passa a ser um problema.” Quando se implementa um novo projeto de BI, os departamentos especializados devem estar centrados e proceder em claros passos definidos. Os subprojetos devem ser desenvolvidos que os primeiros módulos executáveis e operacionais estejam disponíveis depois de dois ou três meses.

10. Um projeto de BI é um processo constante
Os requisitos das companhias mudam constantemente e o mesmo se aplica a uma aplicação de BI. Todas as soluções de BI têm de ser continuamente desenvolvidas e otimizadas em uma base permanente. Esta é a única forma que têm de cumprir os requisitos

O BI é, antes de tudo, uma tarefa de controle, compras, marketing e vendas. Os departamentos de negócio estão familiarizados com os requisitos individuais em termos de gestão da performance funcional e sabem que parâmetros e dados necessitam controlar os seus processos de negócio. O departamento de TI deve construir a infra-estrutura as aplicações de BI e assegurar uma operação de confiança.

Fonte: Computerworld

Mercado de serviços de BI deve dobrar até 2016

CIOs buscarão cada vez mais empresas de terceirização de BI e analytics para entregar informações em tempo para os usuários, aponta estudo

m 2013, deveremos assistir a um crescimento na terceirização dos serviços de análise de dados, uma vez que os CIOs precisam de ajuda para entregar rapidamente esse tipo de informação para suportar a tomada de decisão. Essa conclusão é parte de um amplo estudo feito pela consultoria Pringle & Company, sediada no Reino Unido, chamado de “Business Intelligence Software & Services Market, 2012-2016”.

A pesquisa, conduzida no quarto trimestre de 2012, sugere que o mercado para serviços prestados por consultorias para desenvolver e implantar sistemas de análise de dados está crescendo a uma taxa anual superior a 15%. O mercado global para esses serviços deve dobrar nos próximos quatro anos, saindo de US$ 54,5 bilhões, em 2012, para US$ 96,9 bilhões, em 2016, calcula a Pringle & Company.

De forma geral, o mercado de business intelligence e analytics, entre softwares e serviços, movimentou US$ 79 bilhões em 2012 e deverá saltar para US$ 143,3 bilhões, em 2016, cravando uma taxa de crescimento anual aproximada de 16%.

Embora as corporações tenham tido dores de cabeça com Big Data há anos, o reconhecimento de que os CIOs necessitam de ajuda externa para enfrentar esse desafio e entregar resultados rapidamente para os usuários é novo. “Dentro da área de inteligência de negócio, analytics é o ponto de maior interesse no momento”, pontua Tom Pringle, autor do relatório. “Embora as organizações sempre tiveram interesse em entender o desempenho operacional, os CIOs veem, neste momento, uma demanda maior por esse tipo de entendimento por parte dos líderes de negócio – isso desde o board até o líderes e áreas específicas. Eles querem extrair novas ideias dos dados, de forma a competir com mais eficiência no futuro.”

A maioria dos CIOs que costuma entregar relatórios com indicadores de desempenho padrão não está preparada para entregar esse nível de informação mais dinâmica e, por isso, enfrenta, agora, uma série de desafios por isso. Entre os problemas está a oferta de acesso móvel e mais flexível para um crescente número de dispositivos; compensação pela falta de experiência na manipulação de dados por parte dos usuários; atingir a velocidade necessária para entrega de informações; e assegurar a qualidade e integridade das fontes de dados, elencou Pringle.

Como precisam satisfazer a demanda crescente por informações específicas, os CIOs devem contar com uma gama de serviços. Isso vai desde a melhoria da qualidade das fontes de dados a produzir resultados com análises que sejam compreensíveis aos usuários, determinar as necessidades exatas dos usuários e certificar de que uma informação solicitada seja entregue no ponto necessário.

O relatório da Pringle reforça o papel indispensável dos serviços externos para o desenvolvimento das capacidades da organização em extrair o máximo de valor dos dados. E a conclusão suporta a regra geral de que para cada dólar gasto com softwares de BI, mais dois são gastos com provedores de serviços, pelos problemas que as empresas possuem em relação à capacidade de análise de dados.

Os setores de telecom e finanças há muito tempo exibem sua demanda por serviços externos, mas o interesse agora está aumentando em outros segmentos, incluindo saúde, uma vez que os provedores precisam melhorar o cuidado com paciente estabelecendo uma visão mais holística do paciente.

Reconhecendo as oportunidades, os provedores de serviços de terceirização trabalham para melhorar os serviços e novos players começam a surgir no mercado, avalia Pringle. “BI e, especificamente, analytics, são área de forte crescimento em TI. O mais interessante de se observar na movimentação dos provedores é a chegada de players sem tradição na área. Entre eles estão profissionais da indústria com grande experiência profissional. Eles são capazes de complementar a experiência em dados e tecnologia com um grande conhecimento em como algumas organizações tem necessidades específicas no uso de dados para vantagem estratégica e competitiva. Esse envolvimento ajuda a entregar resultados com mais velocidades. Mesmo grandes empresas não têm as habilidades necessárias dentro de casa, assim, faz sentido uma aliança com um parceiro relevante.”

Fonte: InformationWeek

Se o mundo mudou, por que não mudar com ele?

A velocidade com que o mundo se transforma, somado a era digital, exige que empresários estejam preparados para se adaptarem rapidamente a esse novo e constante cenário. Esses mesmos empresários além de acompanhar as transformações ainda precisam tomar decisões efetivas muito rapidamente ou em tempo real. Sem a ajuda de um software inteligente isso é quase impossível.

Detlev Kahrbek, em seu livro Inovando e realizando com inteligência de gestão, já anuncia que acompanhar essas transformações é imprescindível para o sucesso de qualquer organização. “Na Nova Economia, as empresas que deixarem de investir e de acompanhar as evoluções tecnológicas, mercadológicas e organizacionais, estão, certamente, fadadas, como ‘naus sem rumo’, ao enfrentamento e tormentas e riscos, como diz o adágio popular: ‘Se parar, o bicho come…!’; e as que não gerarem diferenciais competitivos e valores agregados aos seus investimentos, não se afastam muito do risco do mesmo adágio, que conclui dizendo, e ‘…se correr o bicho pega’”.

E para acompanhar essas mudanças não se pode remar contra a maré, não se pode lutar contra o avanço tecnológico. Deve-se aproveitar a evolução que a tecnologia trouxe e utilizá-la a favor dos negócios.

Com o BI (Business Intelligence), o imenso banco de dados que o ERP fornece é transformado, em poucos instantes, em vários cenários de análises. Tais informações mostram o diagnóstico total da empresa, melhores clientes, produtos mais vendidos, podendo inclusive relacionar um mês com o outro, mesmo anos anteriores.

“A velocidade eletrônica na mobilização das informações e do conhecimento, também demanda dos empresários e executivos, informações e decisões mais rápidas e eficazes no processo de gestão. Isso implica em investimentos estruturais, na área da informática e da comunicação, bem como um treinamento e aprimoramento da cultura gerencial de executivos e funcionários”, assevera Detlev Kahrbek.

O fato é que hoje toda e qualquer empresa precisa investir em ferramentas inteligentes, que impulsionem e direcionem os negócios, não dá pra contar apenas com a intuição ou suposições. Sucumbirão as empresas que não se atualizarem, como relata Kahrbek, “Infelizmente, não havendo a visão e percepção das contínuas e constantes mudanças estruturais e competitivas, não há muito consolo ou argumento para empresários, que perguntam: Por que devo trabalhar com “planejamento e controle”? Por que adotar uma “gestão participativa”? Por que realizar tantos investimentos na informática? A empresa como está, sempre deu certo para meu avô, e também para o meu pai, porque eu devo mudar?”.

Fonte: Informationweek

InfoDashbord – indicadores empresariais baseados na nuvem

Mobilidade na tomada de decisões já é realidade e empresas acessam informações corporativas por meio de tablets e smartphones.

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A Infostrategy, oferece ao mercado o seu mais novo produto o InfoDashbord – Indicadores de Alta Gerência que permitem que a alta direção das empresas possa ter acesso remoto, e de qualquer plataforma, ao painel de controle de processos e resultados de suas organizações.

As empresas podem ter a sua disposição a solução a qualquer hora e lugar, por meio de equipamentos que possuam um browser (tablet, PC de mesa, smartphone, etc.), sem nenhuma preocupação com software, hardware ou desenvolvimento técnico. Os clientes mantêm o foco no que é mais importante para ele, o seu próprio negócio.

Além do desenvolvimento e implementação da solução, a Infostrategy disponibiliza por meio de consultoria especializada um analista funcional específico ao negócio do cliente, a fim de suportar de maneira consultiva a evolução de suas necessidades e a correta utilização do novo modelo de suporte a decisão.

O aumento de dispositivos móveis conectados às redes corporativas é crescente e a evolução dessa tendência agora alcança bons níveis de integração entre as ferramentas de gestão e os ambientes móveis. Os gestores podem acessar não somente os dados corporativos, mas também informações mais complexas, como relatórios e painéis de indicadores.

http://www.infostrategy.com.br

Modelos de BI centrados na TI são insustentáveis

A velocidade com a qual mudam os requisitos de BI nas empresas está impulsionando a adopão de soluções de BI “self-service”, segundo a Forrester

Os modelos empresariais de Business Intelligence (BI) muito centrados no departamento de TI são insustentáveis, de acordo com um estudo da Forrester Research. Cada vez mais, as empresas interessadas em desenvolver capacidades robustas de BI terão de adotar ferramentas de BI “self-service” e metodologias para o conseguirem, considera a consultoria.

De acordo com o mesmo estudo, existem dois elementos impulsionando essas necessidades. O primeiro é o fato dos requisitos de BI mudarem mais rápido que a capacidade de suporte. Mesmo as organizações de TI com as ferramentas mais recentes e as melhores práticas, muitas vezes precisam se esforçar para darem suporte aos requisitos de negócios para aplicações de BI, diz Boris Evelson, analista da Forrester.

Ao contrário de outras aplicações empresariais, como o CRM e o ERP, as aplicações de BI têm uma vida útil curta e podem tornar-se obsoletas muito rapidamente, lembra. Evelson acrescenta que as abordagens convencionais de desenvolvimento de software serem pouco adequadas para as necessidades de BI de hoje também são relevantes. “A metodologia tradicional de desenvolvimento em cascata adotada para o ciclo de vida de desenvolvimento de software pede um inventário dos requisitos dos usuários,que serão transformados em especificações, e depois entregues aos programadores”, constata Evelson.

“Enquanto essa abordagem é frequentemente bem sucedida nas implantações de aplicações tradicionais da empresa, não funcionam para a maioria dos requisitos de BI”, acrescenta. Cada vez mais as empresas podem se beneficiar da adoção de ferramentas de “self-service” para resolverem os seus requisitos de BI. O departamento de TI precisa de manter o controle das aplicações de BI complexas e de missão crítica. Mas a grande maioria das outras iniciativas de BI precisa ser tratada diretamente pelas unidades de negócio que irão utilizar as aplicações, afirma Evelson.

“Em um ambiente ideal de BI, 80% de todos os requisitos de BI devem ser realizadas pelos próprios usuários das áreas de negócios”, revela. De acordo com a sua visão, a chave para o sucesso com o “self-service” de BI consiste em escolher as ferramentas certas.

Para ser realmente útil, uma ferramenta de “self-service”de BI deve permitir que os usuários casuais, os usuários versados em tecnologia e os executivos experientes a usem para poderem executar novas consultas, relatórios e construir “dashboards” ou painéis de informação, assegura. O relatório da Forrester apresenta várias características que as empresas devem procurar nas ferramentas de BI “self-service”. Alguns exemplos incluem recursos como a modelação, a virtualização de dados, interfaces de utilizador gráficas semelhantes às dos motores de busca e o suporte à colaboração.

A importância do departamento de TI

Todo este contexto não implica o ostracismo do departamento de TI nos projetos de BI. “O departamento ainda tem de configurar a infraestrutura, a arquitetura, as ferramentas e políticas”, ressalva o analista. Muitas áreas empresariais tentam contornar a equipe de TI colocando os fabricantes a implantando as capacidades de BI “self-service” . “Mas esse não é o caminho correto, pois não vai dar acesso aos dados de toda a organização, apenas aqueles que conseguem recolher”, alertou.

Por vezes, as unidades de negócio tentam usar capacidades de BI alojadas em fornecedores externos. Mas, novamente, sem o envolvimento da TI, tais esforços podem ser limitados face à potencial abrangência, disse Evelson. “Nas situações em que as TI não têm tempo, competências ou orçamento, isso pode acontecer. E, mais uma vez, isso dará acesso apenas a um subconjunto de dados da organização”, salienta.

Fonte: Computerworld/EUA

As vantagens do Cloud BI

27% das organizações já usam ou pretendem usar o cloud nos próximos 12 meses para otimizar a análise dos dados extraídos dos sistemas de Business Intelligence.

O uso da inteligência no negócio não é um conceito novo, mesmo porque sem inteligência nenhum negócio seria bem-sucedido. Mas o processo de coleta de dados, organização, análise, compartilhamento e monitoramento das informações, chamado de Business Intelligence (BI), ainda é pouco adotado pelas empresas.

A adoção de soluções de BI e análise de dados é prioridade para a maioria dos responsáveis pela área de TI de empresas de todo o mundo, segundo uma pesquisa realizada pela Gartner com 2.335 líderes de TI em 45 países divulgada no início deste ano. A segunda maior preocupação dos CIOs são as tecnologias de mobilidade e em terceiro lugar ficou a cloud computing.

Isto porque com uma solução de BI é possível obter informações estratégicas sobre o negócio com maior rapidez retiradas dos sistemas de dados da empresa como ERP, data warehouse e outros e, consequentemente, permite também agilidade na tomada de decisões. Além de facilitar a compreensão das tendências do negócio, a identificação de riscos, possibilita um planejamento corporativo mais amplo e facilitar o acesso e a distribuição de informação e outros.

Mesmo com tantas vantagens, o principal entrave das organizações na hora de investir em uma solução de BI era o processo de implementação, que demandava tempo e infraestrutura. Além disso, muitos ainda confundem a implantação de uma solução de BI com a do ERP, que requer, além de infraestrutura e tempo, uma mudança de cultura interna da empresa. Mas o BI não muda a forma de trabalhar da empresa, pelo contrário, se adapta a ela, pois está intimamente ligado à estratégia do negócio.

A implementação de novas soluções, seja ERP ou BI, também vem sendo facilitada pela computação na nuvem, que exige menos infraestrutura, tempo e recursos financeiros, já que não há a necessidade de instalação do sistema em data-centers locais, por exemplo. Por isso, a tendência é que o BI continue crescendo ainda mais com o Cloud Computing.

Cloud Computing

A computação na nuvem já é uma realidade em muitas organizações, até mesmo nas pequenas e médias empresas. Isto porque armazenar os dados na nuvem oferece redução de custos, ganho de espaço físico na empresa, rapidez no uso dos sistemas, segurança e muito mais. Com a nuvem, a solução não precisa estar instalada em uma máquina, o que também facilita na hora da atualização. E ainda há a facilidade dos dados serem acessados de qualquer lugar.

Os serviços baseados na nuvem são cada vez mais vistos como uma oportunidade para alavancar os negócios. Tanto que outro estudo realizado pelo Gartner, com 1.364 gestores de TI e usuários de ferramentas de BI no final de 2011, aponta que 27% das organizações já usam ou pretendem usar esse modelo nos próximos 12 meses para otimizar a análise dos dados extraídos dos sistemas de BI.

Computação na nuvem, BI e mobilidade são algumas das facilidades proporcionadas pelo progresso tecnológico nos últimos anos e as empresas que querem crescer, seja qual for o porte, precisam unir estas tecnologias. A nuvem facilita o acesso das informações e garante a mobilidade. E a agilidade proporcionada pelo BI faz com que a empresa consiga sair na frente na hora de definir as estratégias de ação e a tomada de decisões.

Fonte: Meta Análise

Oracle foca em soluções para a Nuvem

Há quase sete anos, a Oracle decidiu reconstruir todos os seus aplicativos para operar na nuvem. Isso permitiu, segundo Larry Ellison, CEO da Oracle , que hoje a empresa esteja pronta para oferecer a nuvem mais abrangente do planeta. “Tem sido uma longa jornada. Esse trabalho consumiu sete anos, envolveu milhares de pessoas e demandou investimento de bilhões de dólares.

O Oracle Public Cloud engloba a suíte Oracle Fusion Applications, entregue tanto no modelo software como serviço (SaaS) como plataforma como serviço (PaaS), e inclui o Java Cloud Service e o Database Cloud Service. A tecnologia também agrega o Oracle Social Network, ferramenta de colaboração para empresas. A solução oferecerá uma suÍte completa, com mais de cem aplicativos empresariais de Enterprise Resource Planning (ERP), Customer Relationship Management (CRM), Human Capital Management (HCM), entre outros.

Entre os grandes diferenciais da nossa oferta de cloud, em comparação com a concorrência, está a segurança dos dados. “O banco de dados de um cliente não é misturado com o de outros. Essa é uma grande diferença entre a nossa nuvem e a de outros no mercado”, destacou o CEO. Além disso, outras vantagens incluem a base em padrões abertos da indústria, o fato de que os clientes terão a sua própria máquina virtual e a ampla gama de recursos de rede social. E todas essas soluções podem ser utilizadas pelos usuários finais, que não precisam ser necessariamente especialistas em TI.

Mark Hurd, presidente global da Oracle, também ressaltou o Oracle Platinum Services, que oferece o mais alto nível de suporte da indústria, com serviços agora disponíveis para Oracle Exadata, Oracle Exalogic, SPARC SuperCluster e Oracle Cloud. “São serviços pró-ativos e sem nenhum custo adicional”, destacou Hurd.

Fonte: Oracle Latin America Partner News

Business Intelligence é próximo passo de programas de BPM

Gartner diz que busca por inteligência impulsiona novo modelo empresarial, que é considerado o próximo estágio do gerenciamento de processos de negócios.

As organizações estão estruturando suas operações comerciais de forma cada vez mais inteligente por meio de processos de integração de aplicações de análise, tecnologias e mobilidade. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelo instituto de pesquisas Gartner, que destaca ainda o conceito revolucionário de “operações de negócios inteligentes” (IBO), que aparece como o próximo estágio no desenvolvimento de programas de gerenciamento de processos de negócios (BPM).

A próxima geração de ferramentas para administrar processos de negócios terá de ir além da economia de custos e aumento da eficiência, tornando-se mais flexível diante da dinâmica do mercado em constante mudança e pela demanda crescente dos clientes.

“As operações dos negócios do futuro irão integrar inteligência em tempo real“, diz Janelle Hill, vice-presidente e analista do Gartner. “Isso vai exigir uma nova abordagem de IBO. Um estilo de trabalhar com análise em tempo real com tudo integrado às atividades de transações ou os livros de contabilidade que são executados na empresa, por exemplo”, acrescenta.

Assim, a integração da análise de processos de negócios, em contraste com as antigas abordagens que separavam o trabalho analítico do transacional, vai ajudar a aprimorar e a agilizar as tomadas de decisão, orientando, assim, a empresa para melhores resultados.

“O impacto da integração de análise em tempo real com as operações empresariais é óbvia para as pessoas de negócios, porque muda a forma como elas executam seu trabalho”, conclui a analista.

Para atender às necessidades do IBO, o mercado está evoluindo para a próxima geração de Business Process Management Suites (iBPMS). Ao incorporar mais recursos de análise e outras tecnologias, como processamento de eventos, mídias sociais e dispositivos móveis, novos iBPMS possibilitarão uma visão mais consciente da situação da empresa em tempo real e, com ele, a capacidade de adaptar as respostas de forma adequada diante de ameaças e oportunidades.

Tendências globais contribuem para o crescimento da abordagem para IBO, aponta o Gartner. Elas incluem o reconhecimento crescente pelas empresas sobre o potencial de padrões de interação social em suas cadeias de valor, a necessidade de aumentar a produtividade dos profissionais e o movimento em direção ao Big Data e às análises em memória

Os principais inibidores do crescimento desse mercado são o pequeno número de organizações com maturidade em BPM suficiente para aplicar essas tecnologias sofisticadas e o conhecimento sobre a tecnologia.

No entanto, “as organizações não devem selecionar um fornecedor só porque iBPMS representam a próxima geração de BPM”, observa Janelle. “Companhias que desejam promover a maturidade de BPM e melhorar os resultados dos negócios por meio da otimização de processos devem considerar investir em iBPMS”, finaliza.

Fonte: Computerworld (Espanha)